30.6.04

Sam Raime dirigiu um filme que parece fantástico e tem projetos muito mais ambiciosos - mas que dificilmente serão realizados - para o futuro.

21.6.04

Uma versão indiana no Homem-Aranha. E, por incrível que pareça, é oficial.
To Infinity! And Beyond!
Ah, tá!

Em tempos pré-históricos o negócio não parecia tão mau. Durante o Paleolítico, cinqüenta mil anos atrás, éramos muito poucos. Havia comida abundante (caça e vegetais), e sobreviver exigia só um tempinho de trabalho com esforços modestos. Catar raízes, castanhas ou amoras (não esquecer cogumelos) e matar (ou melhor, pegar na arapuca) coelhos, cangurus, peixes, pássaros ou gamos levava duas a três horas por dia. Repartíamos a carne e os vegetais com os outros e passávamos o resto do tempo dormindo, sonhando, tomando banho de mar e de cachoeira, fazendo amor ou contando histórias. Alguns de nós começaram a pintar as paredes das cavernas, a esculpir ossos e troncos, a inventar novas armadilhas e canções.


Um mundo sem dinheiro é um projeto fantástico, mas a linguagem hippie e as ligeiras distorções enchem o saco.

20.6.04

Representações realistas de seres humanos em jogos eletrônicos são vagamente assustadoras. Isso não é tanto responsabilidade dos programadores quanto da maneira que nosso cérebro funciona: somos muito bons em encontrar as coisas erradas em um rosto.

Mesmo levando isso em conta, eu acho que distorcer levemente as figuras dos jogos em um sentido que aponte para o tipo de ação representado pode minorar o problema.

17.6.04

A Intel teve um ataque de cretinice e criou uma prancha de surf que deixa o surfista surfar no aether e nas ondas ao mesmo tempo.
Ontem foi Bloomsday. E em vez de encher a cara e ouvir gente gritando trechos de Ulisses, fiquei alucinando com febre em casa.

13.6.04

Please tell me if you know who this girl is: I want to marry her. I will fly to any country, at any time of day or night, and rescue her from her life as a model slave and she can eat chocolate and drink milkshakes, in peace, for the rest of her life.
Efemérides de outras linhas temporais.

12.6.04

Não é segredo para ninguém que eu acompanho as novidades em pornografia. No início, era apenas para consumo. Com o tempo e as sucessivas emergências de modas, percebi que a bagaceira XXX é uma forma acompanhar o Zeitgeist. Ou vai me dizer que a mistura de especialidades em flexible sailor girl playing with balons não te diz nada?

10.6.04

Tecnologias de liqüefação do espaço por excelência, os telefones celulares começam a ser usados como forma de acessar a camada invisível de dados sobre os territórios urbanos. Este projeto - que se preocupa em ser compatível com aparelhos mais antigos - é um exemplo.
Ronald Reagan está morto. Obviamente isso não impede o republicano que acabou com as características definidoras do partido de ser o vice de George W. Bush.
Eu quero. Se fosse completa, melhor, mas três volumes da primeira edição da Encyclopædia Britannica já são alguma coisa.

9.6.04

Global Frequency vai virar uma série de tv. Além dos dois personagens recorrentes dos quadrinhos, os produtores vão enfiar mais dois - vagamente inspirados em Mulder e Scully. Isso não compromete, per si, a série. Mas eu apostaria que eles terão bem mais tempo na tela do que o recomendável pela estrutura da série.

8.6.04

Spice explica as razões para testar sites de serviços no Brasil. Cecília Giannetti tagarela sobre jornalismo. Alexandre Matias faz uma mix tape para o frio. Érico Assis volta a escrever sobre os lançamentos de hq no exterior.

7.6.04

Michael Quinion - do World Wide Words - lançou um novo livro e o Telegraph está publicando trechos.
Michael Quinion - do World Wide Words - lançou um novo livro e o Telegraph está publicando trechos.
Esbanjar e poupar não têm muito a ver com falta ou sobra de dinheiro, mas com as possibilidades que a pessoa enxerga para si. (usuário:leituras; senha:dodia)

6.6.04

For those missing it, DEMO is a 12-issue series of “mini graphic novels,” published by Larry Young’s AiT/PLanetLar. Each issue focuses on an individual who, so far, has exhibited a “power.” True, while that may sound like mainstream comic convention, the stories of DEMO are anything but. There’s no kindly professor to take in a scared girl who’s watched people drop dead simply because she told them to. No kindly mentor hero-figure to help a young man with super-strength find his way out of a down and out job in a down and out town.
Criei um blog para o projeto de tradução de Free Culture. É o Free Culture BR.
As licenças do Creative Commons estão disponíveis em português.

5.6.04

Lindo!
Ok, Uirá

Se esse raio de energia dolorosa invisível for verdadeiro, as ferramentas de um estado totalitário estão totalmente instaladas.

4.6.04

Eu li Free Culture. Fiquei puto, esperançoso, revoltado, estupefato e quase chorei em um momento. Isso tudo num livro sobre direitos autorais. O livro permite trabalhos derivados. Alguém sabe de um grupo que esteja traduzindo? Se não encontrar nenhum, vou organizar o meu.

Voluntários?

Em uma nota relacionada, resolvi adotar o Creative Commons em meus projetos pessoais. Alguém aí entende essa parada?

(Uirá, Maurício e outros advogados. Vocês estão desde já convocados nesses esforços. E vão ler o livro.)
A próxima histeria anti-pirataria vai atingir os livros. Repita os argumentos escandalosos dos produtores musicais e de cinema trocando as palavras apropriadas por outras ligadas às letrinhas. E, se ainda não tentou, procure por bestsellers e livros de ficção científica no seu napster preferido. Se você for um leitor voraz, vale a pena comprar um palm fuleiro para ler os títulos sem torrar os olhos.(login: leituras; senha: dodia)
We – monochrom and comrade Cory Doctorow – would like to ask you to perform an act of civil disobedience. Please bring a digital camera next time you go to the movies, take a picture of the piracy-warning before the movie starts and use the flashlight. Don’t go for quality taking the picture, it’s secondary. Please jot down time, place and the title of the movie. And thanks!

Se alguém, algum dia, usar um título parecido com o de uma história minha eu juro que não vou dar um chilique como o que Ray Bradbury deu. Até porque todo mundo sabe que chiliquinho é coisa de escritor mal-comido.

1.6.04

danah michele boyd é escrito em minúsculas. Claro que há uma longa explicação.
John Kerry - com um pouco de sorte o próximo presidente americano - em entrevista à Salon. Eu ainda preferia o Al Gore ou o Howard Dean, mas diante da opção...